Segundo ele, o trabalho do órgão deve ir além da fiscalização tradicional e atuar também na orientação dos gestores públicos para evitar falhas administrativas antes que elas ocorram.
“O gestor quer acertar, mas muitas vezes precisa de orientação. Quando o Tribunal dialoga e acompanha a administração, é possível prevenir erros, evitar desperdícios de recursos públicos e aperfeiçoar a gestão”, afirmou na ocasião.
Na entrevista, o presidente também destacou que uma de suas prioridades é aproximar o Tribunal da sociedade e tornar a instituição mais acessível ao cidadão.
“Quero deixar um Tribunal transparente, colaborativo e de portas abertas. O Tribunal pertence à população e precisa estar cada vez mais próximo das pessoas”, declarou.
A proposta de uma atuação preventiva, frequentemente definida por Manoel de Andrade como um “Tribunal da Pedagogia”, tem sido uma das principais marcas de sua gestão. O modelo busca orientar administradores públicos, reduzir falhas na execução de políticas públicas e evitar prejuízos aos cofres públicos antes da adoção de medidas sancionatórias.
Com 26 anos de atuação na Corte, Manoel de Andrade segue à frente da presidência do TCDF defendendo uma fiscalização baseada no diálogo, na transparência e no fortalecimento da administração pública.